Num beco escuro da periferia paulistana, a Família Sacana vive sua rotina de excessos. Dona Maria, a matriarca, comanda o bordel doméstico enquanto ensina as artes do prazer às filhas. Seu Zé, sempre com uma pinga numa mão e a outra sob a saia da vizinha, organiza rinhas de galo no quintal entre uma foda e outra. Os filhos adolescentes descobrem o sexo de forma selvagem, transando nos cantos mais improváveis da casa sempre com a porta aberta.
A cada episódio, novos escândalos: traições entre parentes, orgias com desconhecidos que viram família, e muito sexo anal ao som do pagode vazando pelas janelas. A privada quebrada vira piada recorrente enquanto primos se encontram no banheiro cheio de moradores. Tudo regado a muito suor, gemidos altos e fluidos corporais espalhados pelos móveis velhos – uma putaria generalizada que desafia qualquer noção de moralidade.
Rolos se desenrolam entre irmãos, cunhados seduzem sogras, e a linha entre parentesco e putaria some completamente. A família cresce de formas inesperadas com gravidezes de paternidade duvidosa, sempre resolvidas com mais suruba. Até o cachorro da casa participa das festas depravadas, numa mistura de animação adulta com a crueza da vida real nas quebradas brasileiras.















